Piripá-Bahia

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Piripá é um município brasileiro do estado da Bahia. Sua população estimada em 2016 era de 12.238 habitantes.

A origem deste nome pode ter originado do vocábulo Tupi, que significa para alguns Lagoa da Tabua e para outros Lagoa do Junco. Pela opinião de Teodoro Sampaio, piri = tabua + ypá = lagoa, pela contração temos Piripá.

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História

A região era habitada primitivamente pelos índios botocudos. Por volta do ano de 1917, o fazendeiro José Marinho da Rocha, atraído pela fertilidade das terras e pela existência do córrego Canabrava, aí se fixou com o plantio da cana-de-açúcar, logo seguido por outros. A intensa produção de cana-de-açúcar determinou o surgimento de vários engenhos e em poucos anos já existia até um povoado denominado Lagoa da Tábua.

O distrito foi criado em 4 de agosto de 1926, pela lei estadual nº 1901, e o município, em 31 de julho de 1962, pela lei estadual nº 1769, desmembrado de Condeúba.

No mesmo ano de 1962, data de emancipação política, aconteceu uma eleição para prefeito. O eleito foi Benjamim da Rocha Castro que ficou 1962 a 1966. O Prefeito Benjamim da Rocha Castro trouxe para Piripá vários benefícios: o prédio da prefeitura; 25 escolas na Zona Rural e Sede, a cadeia e outros, terminou o mandato no ano de 1966.

Piripá está localizado na zona econômica da Serra Geral no centro sul baiano, sua área territorial é 511,755 km², suas terras fazem limites com os municípios de Presidente Jânio Quadros ao Norte, São João do Paraíso (Minas Gerais) ao Sul, Tremedal a Leste e Cordeiros a Oeste.

A sede de Piripá está situada a uma altitude de 618 m, acima do nível do mar. Possui relevo montanhoso e baixo. Hidrograficamente a cidade é atravessada pelos rios Gavião, Cana-Brava; pelas lagoas do Barreiro, da Santana e Ressaca. O clima é quente e semi-árido, solo arenoso e de massapé. A vegetação que predomina é a caatinga. A fauna constitui-se de animais de pequeno porte. Quase inexistente a prática da caça e da pesca.

A cidade de Piripá é uma das cidades da região que tem a maior feira livre realizada na segunda-feira, recebendo assim comerciantes e camelôs de diversas localidades, comerciando os mais variados produtos. São cultivados banana, cana-de-açúcar, feijão, manga, mamona, mandioca e milho, destacando a cultura da cana-de-açúcar com 3.600 toneladas produzidas.

Há também o investimento em pecuária com a criação de asininos, bovinos, caprinos, equinos, galinhas, muares, ovinos e suínos, com destaque para galos, frangas, frangos e pintos. A área industrial é representada por mais de cinquenta fábricas de cachaça. (engenhos elétricos e ou maiores a diesel), situados na Zona Rural, pequenas fábricas de farinha, móveis e algumas olarias.

Site oficial da cidade