Jitaúna-Bahia

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Jitaúna é um município brasileiro do estado da Bahia. Está a 383 km da capital Salvador e sua população estimada em 2013 é de 14.115 habitantes segundo dados do IBGE.

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História

Tudo começou com uma cabana de palha, construída para hospedar os tropeiros que exploravam a região. Nesta época destacaram-se as figuras dos fazendeiros Sérgio Bispo e Arcanjo Pereira e, logo depois, dos colonizadores Salvador Amaral e Álvaro Amaral que saíram de Jequié em direção ao Sul à procura de um ponto para negócios e compra de cacau, achando nesta região intermediaria entre a zona da mata e o semi-árido baiano, uma excelente oportunidade, principalmente por ser uma via de passagem de tropeiros e exploradores para outras regiões. Logo, logo o local cresceu e tornou-se povoado conhecido pelo nome de Mija Gás.

Em 1914, o advogado Antonio Amaral, acompanhado de Sérgio Bispo, fez listagem de ruas e deu inicio à construção de uma capela (a primeira igreja católica). Ao fim da construção, o Dr. Antonio Amaral entrou em contato com o arcebispo de Salvador para organizar uma santa missa a ser ministrada por um vigário de Jequié.

Em 1918, passou a chamar-se Esplanada considerando que toda a região e povoado era plana.

Em 1919, Antonio Mario constrói o primeiro hotel e César Mauro constrói a primeira casa de malhas e tecidos, além de outras compras e vendas. Ainda neste ano assumiu o posto de subdelegado e chefe político o Sr. Horminio Rios; a chegada da professora Paula eleva em mais um grau a educação juvenil; e acontece a primeira missa, celebrada pelo Pe. Jacinto, da paróquia de Jequié.

Em 1920, Esplanada já possuía três avenidas e uma praça. A primeira avenida recebeu o nome de Rua dos Tropeiros em conseqüência da grande aglomeração destes no local. Hoje conhecemos esta Rua como 24 de Outubro.

O Rio das Contas entrou em ação em 1921, levando um lado da Rua Direita, causando grandes prejuízos para o povoado. E ainda neste ano, instala-se o primeiro correio ambulante e uma pequena feira livre.

Em 1923, chega ao povoado o primeiro escrivão de paz e registro civil, Sr. Umbelino José dos Reis.

Já em 1925, foi designada uma casa para os correios e foi criado o centro telefônico; foi criado o primeiro Templo Batista e estréia o novenário ao glorioso Santo Antonio. Ainda neste ano, Esplanada é elevada à categoria de vila e o nome Estadual de Jitaúna, nome este derivado do tupi guarani “Jiti” (abelha) e “Una” (preta).

Em 1928, a prefeitura de Jequié construía a rodovia seguindo a margem do Rio das Contas, uma importante via de escoamento da produção cacaueira.

A iluminação só chegou em 1930 e apenas para nove casas. Mas, em 1944, foi construída a Barragem Hidroelétrica de Jitaúna, para substituir o motor de iluminação.

Em 1939, foi inaugurada a Igreja Nossa Senhora da Conceição, santa que se tornou a padroeira de Jitaúna, cuja festa comemora-se em oito de dezembro. Em 1947, foi construído o primeiro prédio escolar rural.

No âmbito político ocorreram sucessivos acontecimentos de relevante importância para esta comunidade: 1958, o primeiro movimento pela Emancipação; 1962, a Emancipação política propriamente dita; 1963, a instalação dos poderes Executivo e Legislativo no município. O primeiro prefeito foi o Sr. Elias D’Ávila e o presidente da câmara o Sr. Milton Barbosa de Almeida.

Em 1971, inaugura-se o Centro Educacional Albino Cajahyba, em terreno doado pela Srª. Ester Cajahyba. Hoje, tal centro tem sua área reduzida devido à fixação de ruas e casas residenciais e é formado pelo Colégio Municipal Maria Eleonora Cajahyba (1º e 2º graus do curso normal), e Colégio Cenecista de Jitaúna – CNEC – (1º e 2º graus com qualificação para o magistério de primeiro grau) e a Escola Infantil Ester Cajahyba.

Em 1976, estende-se a rede telefônica com capacidade para todo o município, através do sistema de microondas do município de Jequié.

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