Homem paga US$ 3 milhões por nota de US$ 1 mil

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Homem paga US$ 3 milhões por nota de US$ 1 mil

Um colecionador de arte pagou cerca de US$ 2,3 milhões por uma nota de US$ 1.000 impressa em 1890, de acordo com o leiloeiro que conduziu a transação entre dois colecionadores particulares anônimos.

“Esta nota de US$ 1.000 é uma das duas conhecidas desse tipo; o outro exemplar está no museu do Federal Reserve Bank de São Francisco”, disse na sexta-feira (22) Greg Rohan, presidente da Heritage Auction Galleries sediada em Dallas.

Rohan contou que esse tipo de nota bancária é conhecido pelos colecionadores como “Grand Watermelon” (Melancia de 1000 Dólares) porque os zeros com listas verdes no número “1.000” impresso no verso da nota lembram a fruta.

“Apenas dois exemplares de Grand Watermelon são conhecidos com selos vermelhos do Departamento do Tesouro impressos na frente; a outra meia dúzia de notas Grand Watermelon ainda existentes possuem selos marrons”, revelou ele numa coletiva de imprensa.

O preço de US$ 2.255.000 é mais do que o dobro do recorde anterior pago por uma nota Grand Watermelon de 1890. O recorde anterior pago por qualquer nota bancária era de US$ 2,1 milhões, segundo a Heritage Auction Galleries.

Rohan contou que o comprador era “um colecionador de arte e moedas raras da costa leste dos EUA muito experiente e sofisticado”.