12 Criptomoedas mais promissoras para investir

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Confira as criptomoedas mais promissoras para investir. O Bitcoin é, de longe, a criptomoeda mais conhecida em todo o mundo. No entanto, você sabia que existem outras milhares de moedas virtuais? Aliás, algumas delas podem ser interessantes opções de investimento, caso você tenha interesse em adquirir esse tipo de ativo.

É difícil prever exatamente quais das criptomoedas vão subir mais ao longo dos próximos meses, mas a tendência é de que os investidores confiem mais naquelas que já são consideradas como as principais em valor de mercado, aquelas que já tiveram algum tipo de valorização, aquelas que vêm sendo mais reconhecidas e divulgadas nos mercados globais.


Criptomoedas mais promissoras para investir

12. Filecoin

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Desenvolvido pela Protocol Labs, o Filecoin foi criado em 2014 e é uma rede blockchain de armazenamento descentralizada com foco no usuário que busca alugar espaço para armazenamento. O projeto arrecadou U$205 milhões em uma oferta inicial de moedas (ICO) em 2017. Atualmente a criptomoeda está valendo cerca de US$ 70,00, mas há algumas semanas, num momento de alta, ela chegou a US$ 230.

11. Dogecoin

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É uma criptomoeda peer-to-peer de código aberto criada inicialmente como uma “moeda piada” em dezembro de 2013 por Billy Markus de Portland, Oregon e Jackson Palmer de Sydney, Austrália, sendo um fork do Litecoin. Os criadores do Dogecoin o imaginaram como algo divertido, uma criptomoeda descontraída que teria maior apelo, indo além do público alvo do Bitcoin, já que foi baseada em meme de cachorro. De fato, a cripto vem desenvolvendo rapidamente sua própria comunidade on-line e conquistando fãs ilustres, como o CEO da Tesla Elon Musk, apelidado de “Dogefather”. Ela custa hoje cerca de R$2.22, ou seja, cerca de US$ 0,42.

10. Stellar

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Foi criada em 2014 por Jed McCaleb, co-criador da Ripple. Ela se propõe a ser uma plataforma multi-transacional de moedas tradicionais permitindo que pessoas enviem e recebam moedas rapidamente, com taxas baixas e dentro de uma exchange descentralizada. Seu sistema é baseado em código aberto, assim como ocorre com o Bitcoin e ela opera em seu próprio protocolo de consenso, contando com uma rede de especialistas internos com atuações independentes, o que torna o processo menos descentralizado e mais eficiente. Uma curiosidade é que 95% da moeda digital foi dada de graça em seu início. Hoje ela custa cerca de R$ 2,00.

9. Chainlink

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É uma plataforma de blockchain que busca facilitar o uso dos contratos inteligentes entre diferentes plataformas. Existe desde 2017 e vem trabalhando para facilitar o melhor destes contratos para aplicativos do mundo real. Sua arquitetura conta com uma infraestrutura on-chain, ou seja, dentro do blockchain e uma infraestrutura de dados do mundo real que são usados com os contratos inteligentes. Hoje, ela está trabalhando com várias empresas grandes, incluindo o Google e a Web3 Foundation e custa ao em torno dos R$ 159,00.

8. Litecoin

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Foi criado em 2011, pelo ex-funcionário do Google, Charlie Lee e e é bastante parecido com o Bitcoin, porém com um tempo reduzido nas transações e um processo de mineração ajustado. Alguns analistas já defenderam o Litecoin como uma alternativa melhor ao Bitcoin, porém, o próprio Lee diz que o Bitcoin funciona bem como uma reserva de valor, enquanto o Litecoin é melhor para transações diárias. Ele custa, hoje, cerca de R$ 950,00.

7. Polkadot

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Criada por outro dos co-fundadores da Ethereum – Gavin Wood – a Polkadot é definida como uma arquitetura heterogênea de intercâmbio e tradução de várias cadeias que permite que cadeias laterais personalizadas se conectem com blockchains públicos. Atualmente ela está custando R$ 216,00 em média, o que representa uma alta de cerca de 300% apenas nesse último trimestre.

6. Uniswap

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Custando cerca de R$ 188,00 atualmente, a Uniswap é um protocolo financeiro descentralizado (DEX, em inglês), ou seja, facilita transações automatizadas entre tokens de criptomoeda no blockchain Ethereum por meio do uso de contratos inteligentes. Nos último meses, os volumes negociados em DEXs aumentaram muito e a Uniswap vem liderando esse volume. Só no mês de janeiro foram mais de US$ 25 bilhões movimentados. Em todo o primeiro trimestre, ela teve um crescimento de 444%.

5. Cardano

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O valor dessa criptomoeda também está na faixa dos R$ 9,10. Ela foi criada em 2015 por Charles Hoskinson, co-fundador da Ethereum, com um projeto bastante audacioso: unir o melhor de todas as mais de 2 mil criptomoedas existentes no mundo, resolvendo problemas encontrados nelas e oferecendo soluções para moedas digitais. Em 2021 ela já teve um aumento de cerca de 700%.

4. Tether

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O Tether é um ativo completamente diferente das criptomoedas tradicionais. Isso porque ele é uma stablecoin (criptomoeda com lastro em uma moeda física). Ele foi lançado em 2014 com uma proposta de paridade com o dólar dos Estados Unidos, ou seja, para cada Tether emitido, haverá um dólar equivalente em caixa. Atualmente existem mais de 4 bilhões de Tether em circulação e ele custa na faixa dos R$ 5,22.

3. XRP

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Criado em 2011, o Ripple é um protocolo de pagamento distribuído, que também tem uma moeda nativa de seu sistema, a XRP. Diferente de outras criptos, ela suporta em sua rede outros tokens que podem representar moedas tradicionais ou outros bens. Dessa forma, o sistema permite pagamentos seguros e instantâneos de um jeito bastante fácil e se aproxima de outros bancos, se afastando do padrão de outras moedas digitais que buscam acabar com a necessidade deles. Ele também não passa por um processo de mineração. Já foram criados 100 bilhões de XRP, sendo que boa parte está em tesouraria com a própria Ripple. Atualmente são pouco mais de 43 bilhões de XRP em circulação, e eles custam em torno de R$ 5,50 hoje.

2. Binance Coin

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Custando cerca de R$ 1,8 mil, a Binance é outra criptomoeda que já teve uma alta extraordinária de 1.430% em 2021 (só na última semana ela já dobrou o seu valor). Assim como a Ethereum, a Binance funciona com o sistema de finanças descentralizadas, ou seja, que não precisam de um intermediador (uma corretora, por exemplo). Ao invés disso, ela utiliza contratos inteligentes em blockchains.

1. Ethereum

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Conhecida como a “prata digital” (o Bitcoin é o “ouro”), o valor dessa criptomoeda está, atualmente, na casa do R$ 13,9 mil, mas só em 2021 ela teve uma valorização de mais de 300%, já que nos primeiros dias do ano seu valor estava na casa dos R$ 3 mil. Há um bom número de especialistas que acredita que, em breve, a Ethereum possa superar o Bitcoin.

Fonte: Poupa Dinheiro